O empreiteiro Marcelo Odebrecht, que foi o primeiro depoente a romper o silêncio a que tinha direito na CPI da Petrobras, afirmou nesta terça-feira (1º) que tem valores morais dos quais não pretende abrir mão e insinuou que não irá fazer delação premiada. “Desde criança, quando lá em casa as meninas tinham uma discussão, eu brigava mais com quem dedurou do que com quem realizava o fato. Para dedurar, é preciso ter o que dedurar”, afirmou. Odebrecht criticou a realização da sessão de forma concomitante com as investigações da Operação Lava Jato. “Talvez o timing da CPI não seja o melhor. Gostaria de ter a oportunidade de falar publicamente, mas estou aqui engessado. Estou amarrado pela questão do processo penal que está correndo", justificou.
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