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09 abril, 2026

Jerônimo vai penar para gerenciar chapa de desafetos, por Raul Monteiro*

Jerônimo Rodrigues
Finalmente virada a página da definição do vice, que durou meses, para forte desgaste do nome escolhido e do grupo político que o confirmou, o governador Jerônimo Rodrigues (PT) deverá assumir agora como tarefa principal não apenas afinar os ajustes para tocar a campanha e a máquina do governo como, ao mesmo tempo, administrar a cizânia entre Rui Costa e o senador Jaques Wagner, que acabaram de protagonizar nova disputa para a montagem da chapa, com, mais uma vez, ampla vitória do segundo sobre o ex-ministro, o que deve produzir nova camada de dificuldade para o relacionamento entre eles.

Mas não será este apenas o único conflito que o governador precisará gerenciar. Há notícias de que Rui, cujo temperamento difícil é conhecido, passou simplesmente a detestar Geraldo Jr. e sequer lhe dirige a palavra. Se o ex-ministro nunca teve simpatia pela figura histriônica do vice, tecendo críticas a seu estilo de bobo da Corte desde a campanha de 2022, de fato não havia motivo para que ele tenha que aceitar de bom grado sua manutenção na chapa, depois que pegou Geraldo Jr., na maior desfaçatez, pedindo para viralizar uma mensagem contra ele nas redes sociais.

Aliás, sobre o desprezo que Rui devota ao vice existem vários relatos. Um dos mais recentes dá conta de que, durante evento recente, antes da definição da chapa, ele sentou-se numa fila de cadeiras separado por outras duas autoridades do então ministro. Antes que o ato começasse, dirigiu pelo menos quatro perguntas a Rui que, solenemente, o ignorou, sem responder a nenhuma delas. Quem viu a cena, disse que até Jerônimo, que se notabilizou pela atenção que dedica a quem dele fica próximo, caiu em profundo constrangimento, um sentimento que, no entanto, o vice parece não conhecer.

A história corrobora uma conversa atribuída a Rui na qual ele teria exposto a assessores que se Geraldo Jr. fosse seu vice, jamais teria botado as asas de fora, como ocorreu sob as barbas de Jerônimo, conhecido pelo grau de tolerância extremado com correligionários e subordinados. Ainda que sejam conhecidas as habilidades interpessoais do governador, não se pode dizer que o climão entre Wagner e Rui e deste com Geraldo Jr. não vá se tornar fonte de estresse extra para alguém que precisa tocar a própria campanha num cenário altamente competitivo como o que se desenha.

Jerônimo ainda precisa resolver a escolha dos suplentes de Rui e Wagner na postulação ao Senado, mas o desafio, neste caso, não é apenas dele, uma vez que a definição das posições correspondentes na chapa de ACM Neto (União Brasil), candidato das oposições a governador, parece que passou a enfrentar também dificuldades, principalmente no campo do candidato a senador João Roma (PL), onde a base bolsonarista exige colocar um nome de sua confiança, rejeitando a indicação do ex-ministro do TCU Aroldo Cedraz. Por enquanto, no entanto, mais equilíbrio emocional será exigido de Jerônimo para lidar com os desafetos em sua chapa.

*Artigo do editor Raul Monteiro publicado na edição de hoje da Tribuna.
https://www.instagram.com/p/DWoremdCKV8/

Investigação do BC diz que ex-diretor simulou venda de sítio a cunhado de Vorcaro para ocultar propina

Paulo Sérgio Neves de Souza
A investigação conduzida pelo Banco Central detectou indícios de que o ex-diretor de Fiscalização Paulo Sérgio Neves de Souza simulou a venda de um sítio em Minas Gerais para uma empresa controlada por Fabiano Zettel, cunhado do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, para ocultar recebimento de propina do Banco Master ou de pessoas ligadas ao grupo.

Em documento sigiloso, ao qual a Folha teve acesso, o BC afirma que há evidências de enriquecimento ilícito do servidor e que ao menos R$ 2,6 milhões do aumento do patrimônio de Souza são incompatíveis com os rendimentos dele –em fevereiro deste ano, o salário bruto do ex-diretor foi de R$ 37.067,28, segundo dados do Portal da Transparência.

Essas foram algumas das conclusões da sindicância patrimonial realizada pelo BC, de janeiro a março, que recomendou a instauração de um processo disciplinar administrativo contra o ex-diretor. O caso foi levado à CGU (Controladoria-Geral da União) e pode resultar na expulsão de Souza, se for considerado culpado.

Procurada, a defesa dele disse que "não se tratou de venda simulada, mas venda efetiva de propriedade, a valor de mercado, à empresa vinculada a Fabiano Zettel".

"A venda foi declarada em imposto de renda, devidamente documentada em escritura, com total transparência, sem qualquer finalidade de mascarar o pagamento de propina, ou qualquer vantagem indevida, por parte de Paulo Sérgio", acrescentou.

A defesa do ex-diretor do BC disse ainda acreditar que, no âmbito da CGU, o processo "observará os princípios do contraditório e da ampla defesa, quando será comprovado que seus atos jamais objetivaram beneficiar o Banco Master, muito pelo contrário."

"Desde a identificação de operações sem a devida fundamentação econômica e as devidas garantias, a partir de trabalho conduzido por sua equipe e oficializado à instituição financeira em setembro de 2024, até a liquidação do banco em novembro de 2025, muitos fatos ocorreram que, quando devidamente investigados e apurados, revelarão a verdadeira história e responsáveis", complementou.

A defesa de Vorcaro disse que não iria se manifestar. Procurada pela Folha via WhatsApp, por volta de 19h, a defesa de Zettel não respondeu ao contato da reportagem.

No centro da apuração do BC está a venda do sítio Mirante, que pertencia ao ex-servidor e a seu irmão Luís Roberto Neves de Souza. A propriedade, localizada em Juruaia (MG), foi comprada pela Pipe Participações, empresa cujo sócio-controlador e administrador é Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro.

Em depoimento colhido pela sindicância, em 23 de janeiro, Souza disse ter recebido uma ligação de Vorcaro em 2019 solicitando informações sobre o sítio e perguntando se poderia comunicar a intenção de venda a eventuais interessados. Zettel entrou em contato com o então diretor do BC, e o negócio se concretizou em janeiro de 2020.

Na oitiva, o ex-diretor afirmou que, na época das tratativas, desconhecia a relação de parentesco entre Zettel e Vorcaro e que só tomou conhecimento dessa conexão em janeiro de 2021, na lavratura da escritura da propriedade.

"[Zettel] reforçou que não tinha qualquer vínculo societário ou empregatício com o Banco Master, bem como não tinha sequer negócios em comum com sua esposa", disse o servidor em manifestação complementar ao depoimento prestado ao BC.

Para a sindicância, a atuação de Vorcaro no processo "leva a crer que houve ação diretamente orientada a cooptar o servidor". A investigação também disse não ver como provável que o servidor desconhecesse Zettel, figura presente em ações ligadas ao Master.

Souza trabalhou como diretor de Fiscalização do BC entre 2017 e 2023 e, depois disso, assumiu o posto de chefe-adjunto do departamento de Supervisão Bancária. Nessas posições, ele tinha grande poder de influência sobre instituições bancárias, inclusive sobre o Banco Master, e acesso a informações de alto valor para os entes regulados.

Em depoimento, ele negou qualquer favorecimento ao dizer ter defendido medidas que contrariavam os interesses do Master e ter informado seu sucessor na diretoria de Fiscalização, Ailton de Aquino, dos problemas envolvendo o banco de Vorcaro.

A investigação interna apontou também divergências entre os valores da operação de compra e venda do sítio em Minas Gerais. Nos documentos registrados em cartórios, consta a cifra de R$ 3 milhões pelo negócio. Em instrumentos contratuais apresentados, o montante total é de R$ 5,2 milhões. Na oitiva, o servidor mencionou proposta de R$ 4,8 milhões para pagamento em parcelas pelo prazo de cinco anos.

O ex-diretor do BC disse no depoimento ter recebido R$ 2,4 milhões pela venda do sítio (mesmo valor pago ao irmão). Segundo ele, os recursos foram usados para a liquidação de dívidas, para a construção da casa onde reside e em outros imóveis.

Após a compra do sítio, a Pipe Participações –de Zettel– criou a empresa Noah Empreendimentos e Participações, voltada à exploração de atividade de cafeicultura, que já era desenvolvida pelos irmãos Paulo Souza e Luís Roberto na propriedade.

O capital social da empresa inicialmente era de R$ 100 mil. Em 25 de julho de 2023, houve um aumento de capital no valor de R$ 3 milhões, realizado com a transferência do sítio Mirante para a Noah.

Zettel jamais assumiu a posse direta do imóvel. Segundo declaração de Souza, o comprador postergou o plano de loteamento imobiliário em decorrência da pandemia e por ter enfrentado dificuldades em outros negócios.

O irmão do ex-diretor do BC passou a ser arrendatário da propriedade. Em 31 de agosto de 2023, Luís Roberto se tornou o único administrador da Noah Empreendimentos, com poderes, portanto, de administrar o próprio sítio.

Em 2024, a empresa passou a atuar no ramo de construção de casas para revenda na cidade de Guaxupé (MG) –atividade de interesse dos irmãos Paulo Sérgio e Luís Roberto.

"Os indícios apontam, de forma segura, para a existência de simulação, é dizer, para a realização de operação simulada de compra e venda de imóvel com o desiderato de ocultar o pagamento de propina, buscando dar ares de legitimidade ao relacionamento dos irmãos com Fabiano Zettel", apontou investigação do BC.

O ex-diretor do BC vendeu uma casa em Guaxupé à Noah Empreendimentos por mais de R$ 1,5 milhão, tendo seu irmão Luís Roberto assinado o contrato pela compradora. "Dado o conjunto de indícios de simulação, esse tipo de operação aparenta ser mais um veículo de transmissão ilícita de recursos", disse a comissão da sindicância.

Souza disse ter virado arrendatário do sítio Mirante em 2025, quando seu irmão ficou doente, passando a figurar no negócio jurídico celebrado com a Noah Empreendimentos. Apesar do vínculo criado com o cunhado de Vorcaro, ele não consultou a Comissão de Ética Pública ou a Comissão de Ética do BC.

Para a investigação, os fatos mencionados "deixam clara a existência de indícios de simulação de negócios jurídicos para ocultar o recebimento de propina por parte do servidor investigado, com a utilização do seu irmão como interposta pessoa ou ‘testa de ferro’".
Por Constança Rezende e Nathalia Garcia/Folhapress

PF desarticula contrabando de cigarros eletrônicos em GO

Operação Entreposto cumpre três mandados de busca e apreensão em Luziânia e em Valparaíso
Jataí/GO. A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (9/4), a Operação Entreposto, com o objetivo de apurar a prática do crime de contrabando de cigarros eletrônicos.

A investigação teve início após a apreensão de um carregamento de cigarros eletrônicos na região Sudoeste de Goiás, sem indicação aparente de propriedade, o que motivou a instauração de procedimento investigativo.
No curso das apurações, foram reunidos elementos que indicam a existência de estrutura voltada à introdução e à circulação irregular desses produtos em território nacional.

Como desdobramento da investigação, estão sendo cumpridos três mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Federal, nas cidades de Luziânia/GO e de Valparaíso de Goiás/GO.

Os investigados poderão responder pelo crime de contrabando, sem prejuízo de outros ilícitos que venham a ser identificados ao longo das investigações.

Comunicação Social da Polícia Federal em Goiás

08 abril, 2026

PF deflagra a Operação Recidiva contra fraudes no INSS

São Luís/MA. A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (8/4), a Operação Recidiva, com o objetivo de reprimir crimes contra o sistema previdenciário.

A ação foi conduzida pela PF no estado do Maranhão, com a participação da Coordenação-Geral de Inteligência da Previdência Social (CGINP), do Ministério da Previdência Social (MPS) e da Coordenação-Geral de Apuração e Cobrança Administrativa de Benefícios (CGACB/INSS).

Foram cumpridos mandados judiciais de busca e apreensão e de prisão temporária nas cidades de São Luís/MA, de Barreirinhas/MA, de Tutóia/MA e de Parnaíba/PI.

A investigação é desdobramento da Operação Transmissão Fraudulenta, deflagrada em 3/7, que apurou a atuação de um grupo criminoso composto responsável pela inserção de vínculos empregatícios inexistentes em sistema federal, com o objetivo de viabilizar a concessão fraudulenta de benefícios previdenciários.

Nesta fase, foram investigados intermediários responsáveis por cooptação, bem como suspeitos que atuariam para viabilizar a concessão dos benefícios.

De acordo com a investigação, o prejuízo decorrente da concessão de 50 benefícios já identificados é de, aproximadamente, R$ 4,6 milhões.

Ao todo, 32 policiais federais cumpriram 8 mandados de busca e apreensão e 6 de prisão temporária, expedidos pela 2ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária do Maranhão, com base em representação da PF. Também foram deferidas medidas cautelares de quebra dos sigilos bancário e fiscal, além do arresto de bens e do bloqueio de valores dos investigados.

Caso confirmadas as suspeitas, os investigados poderão responder pelos crimes de estelionato majorado contra o INSS, de associação criminosa, de falsificação de documento público, de falsidade ideológica, de falsa identidade, de inserção de dados falsos em sistema de informações e de lavagem de capitais.

Comunicação Social da Polícia Federal no Maranhão

Ação conjunta intercepta 150kg de skunk em Manaus/AM

Na manhã de quarta-feira, 8, em uma operação integrada entre a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o DENARC da Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) e a Receita Federal, resultou na apreensão de aproximadamente 150 quilos de maconha do tipo skunk, em Manaus/AM.

A ação foi desencadeada durante fiscalização de um veículo, onde foi encontrado a droga escondida em um semirreboque. O entorpecente estava armazenado dentro de um freezer, coberto por uma espessa camada de gelo.

A PRF reforça seu compromisso de atuar de forma coordenada com demais instituições no combate ao crime organizado e na promoção da segurança pública.
Categoria
Crimes

Polícia apreende cerca de 2.000 armas e mortes violentas têm queda de 22% no 1° trimestre de 2026

As Forças Policiais da Bahia apreenderam cerca de 2.000 armas de fogo e mortes violentas têm redução de 22% no 1° trimestre de 2026. Balanço dos três primeiros meses foi apresentado na manhã desta quarta-feira (8), no Centro de Operações e Inteligência (COI).

Segundo dados da Polícia Civil, foram 22 armas apreendidas, em média, por dia na Bahia nos três primeiros meses do ano. No mesmo período, 24 fuzis foram localizados pelas Forças Policiais do estado. O número total de apreensões de armas neste ano (1.994) representa um aumento de 1,7% na comparação com o primeiro trimestre de 2025.

O número de mortes violentas na Bahia caiu 22% entre janeiro e março deste ano. Ao todo, foram registradas 864 ocorrências contra as 1.109 contabilizadas nos mesmos meses do ano passado. A variação de queda também foi registrada em Salvador (29%), Região Metropolitana (18,5%) e no interior (20,6%).

O secretário da Segurança Pública, Marcelo Werner, destacou a atuação integrada, as ações de inteligência e os investimentos como fatores para os números. "São operações realizadas em toda Bahia, com alvos alcançados em outros estados e também em outros países. O combate às facções continuará de forma incansável”, enfatizou.
Fonte: Alan Dantas

Operação Vento Norte avança e prende liderança política investigada por ligação com tráfico

O avanço das investigações da Operação Vento Norte resultou, nesta quarta-feira (8), no cumprimento de 12 mandados de prisão e oito mandados de busca e apreensão nos municípios de Eunápolis, Guaratinga e Itagimirim, no sul da Bahia. Foram sete prisões temporárias realizadas nos bairros Pequi, Juca Rosa e Sapucaieira, em Eunápolis, e nos bairros Centro e Novo Horizonte, em Guaratinga. Outros cinco mandados de prisão foram cumpridos no sistema prisional, sendo dois no estado do Espírito Santo, um em Minas Gerais, um no Rio de Janeiro e um na Bahia, onde os investigados já se encontravam custodiados.

Entre os presos está um vereador de 38 anos, do município de Guaratinga, que também foi autuado em flagrante por posse ilegal de arma de fogo. O investigado é apontado como integrante de organização criminosa ligada ao tráfico de drogas, com atuação na região sul do estado.

As diligências também resultaram no cumprimento de oito mandados de busca e apreensão domiciliar, ocasião em que foram apreendidos uma pistola, aparelhos celulares e documentos que irão subsidiar o aprofundamento das investigações.

A ação é um desdobramento da operação deflagrada pela Polícia Civil da Bahia, em atuação integrada com o Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), que também determinou o bloqueio de aproximadamente R$ 3,8 milhões distribuídos em 26 contas bancárias vinculadas aos investigados.

As apurações tiveram início na Delegacia Territorial de Belmonte e identificaram a atuação estruturada do grupo criminoso, com indícios de envolvimento nos crimes de tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e associação criminosa, além da utilização de contas bancárias para movimentação de recursos de origem ilícita.

De acordo com o delegado Evy Paternosto, diretor da Diretoria Regional de Polícia do Interior Sul (DIRPIN/Sul), a operação representa um avanço significativo no enfrentamento à criminalidade organizada na região. “As investigações permitiram identificar o modo de atuação do grupo e alcançar alvos relevantes da estrutura criminosa. As diligências continuam para aprofundar a apuração, identificar outros envolvidos e fortalecer a responsabilização penal de todos os integrantes”, destacou.

A Operação Vento Norte contou com a participação de cerca de 70 policiais civis da 23ª Coorpin, equipes do Gaeco, além de equipes que atuaram no cumprimento das medidas judiciais nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo.
Fonte: Ascom PC

Homem é preso em flagrante por tráfico de drogas durante ação da Polícia Civil em Juazeiro

Um homem, de 51 anos, foi preso em flagrante por tráfico de drogas, na manhã desta terça-feira (7), durante ação da Polícia Civil da Bahia nas imediações da BR-235, nas proximidades do Mercado do Produtor, no município de Juazeiro. A prisão foi realizada por equipes da 7ª Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (DTE/Juazeiro), após denúncias anônimas indicarem a comercialização de entorpecentes em um estabelecimento comercial localizado na região.

Durante diligências, os policiais civis identificaram o suspeito deixando o local, ocasião em que foi realizada a abordagem. As investigações apontam que o homem utilizava o estabelecimento comercial como ponto de revenda de drogas, com comercialização direcionada a frequentadores do local.

Com o investigado, foram encontrados invólucros contendo cocaína. Em continuidade às diligências, os policiais localizaram, em um dos quartos do estabelecimento indicado pelo próprio suspeito, aproximadamente 319 gramas de cocaína, além de cerca de 60 gramas de maconha.

O suspeito foi autuado em flagrante pelo crime de tráfico de drogas e permanece custodiado à disposição do Poder Judiciário. Um aparelho celular também foi apreendido e será analisado no curso das investigações.
Fonte: Ascom PC

Mulher é presa por homicídio em São Francisco do Conde

A Polícia Civil da Bahia prendeu, nesta terça-feira (7), uma mulher de 43 anos, em cumprimento a mandado de prisão preventiva, por homicídio qualificado que vitimou Divanilson de Carvalho David, de 53 anos, no município de São Francisco do Conde. A ação foi realizada por equipes da 21ª Delegacia Territorial.

O crime ocorreu no dia 20 de março de 2026, na Praça Nova São Francisco. Na ocasião, após uma discussão, a mulher lançou líquido inflamável sobre o ex-companheiro e ateou fogo, causando-lhe queimaduras graves.

A vítima foi socorrida e encaminhada para uma unidade hospitalar, onde não resistiu e faleceu no dia 27 de março, em decorrência das lesões.

Após o cumprimento do mandado, a custodiada foi conduzida à unidade policial, realizou os exames legais e permanece à disposição da Justiça.
Fonte
Ascom PC

Organização criminosa é alvo da Operação Vento Norte na Bahia

A Polícia Civil da Bahia deflagrou, na manhã desta quarta-feira (8), a Operação Vento Norte, em atuação integrada com Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA) por meio do Grupo Especial de Combate às Organizações Criminosas e Investigações Criminais (Gaeco), com o objetivo de desarticular uma organização criminosa com atuação na região sul do estado.

A ação cumpre medidas judiciais de prisão e de busca e apreensão, expedidas pelo Poder Judiciário da Comarca de Belmonte, além do bloqueio de ativos financeiros vinculados aos investigados, no valor aproximado de R$ 3,8 milhões, atingindo 26 contas bancárias.

As diligências são realizadas nos municípios de Eunápolis e Guaratinga, com o cumprimento de medidas judiciais também nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo.

As investigações apontam a atuação estruturada da organização criminosa, com envolvimento nos crimes de tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e associação criminosa, além da utilização de contas bancárias para movimentação de recursos de origem ilícita.

Cerca de 70 policiais civis da 23ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Eunápolis) participam das ações.
Fonte
Ascom PC

Bruno Reis diz que Lula não inaugurou residencial em Salvador porque ficou “tomando whisky até tarde"

O prefeito Bruno Reis (União Brasil)
O prefeito Bruno Reis (União Brasil) responsabilizou o governo o Estado pelo cancelamento da entrega do Residencial Zulmira Barros, empreendimento do programa Minha Casa Minha Vida na capital baiana. A cerimônia estava prevista para ocorrer na última quinta-feira (2) e contaria com a presença do presidente Lula (PT).

A inauguração, não aconteceu por conta da ausência do Habite-se, documento necessário para liberação do imóvel. O governador Jerônimo Rodrigues (PT) atribuiu o problema à falta de agilidade da Prefeitura.

O prefeito afirmou que a documentação não foi entregue dentro do prazo pelo governo estadual. Segundo ele, mesmo diante da pendência, a administração municipal autorizou a inauguração do empreendimento.

"Não entregaram os documentos a tempo, mas na sexta-feira Sósthenes disse a eles que eles podiam inaugurar. Ah, o que é que fizeram? Ficaram tomando whisky até tarde no Palácio de Ondina com o dinheiro do povo, se atrasaram, chegaram atrasados para dar uma volta no VLT e aí não poderam entregar as casas”, afirmou Bruno Reis nesta terça-feira (7).

“Então, a prefeitura, mesmo sem ter os documentos, por se tratar de uma obra pública, disse que podia ser inaugurada. E eles não foram, porque estavam dormindo até tarde, e ao invés de acordar cedo para ir trabalhar e melhorar a vida do povo, ficam inventando justificativas e desculpas”, emendou o prefeito.

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Jerônimo vai penar para gerenciar chapa de desafetos, por Raul Monteiro*

Jerônimo Rodrigues Finalmente virada a página da definição do vice, que durou meses, para forte desgaste do nome escolhido e do grupo políti...