Jihadistas do autoproclamado Estado Islâmico (EI) explodiram o templo de Baal Shamin, na cidade de Palmira, na Síria, neste domingo (23) disse à Agência France Presse o chefe do Departamento de Museus e Antiguidades da cidade, Maamoun Abdulkarim. Baal Shamin foi construído no século 17 antes de Cristo (aC), e ampliado no reinado do imperador romano Adriano, em 130 aC. “O Daesh [nome árabe do EI] colocou grande quantidade de explosivos no templo de Baal Shamin, provocando depois a explosão que causou muitos danos no templo”, segundo Abdulkarim. O EI controla partes da Síria e do vizinho Iraque, e invadiu a cidade de Palmira no dia 21 de maio, o que provocou preocupação internacional quanto ao destino do património da cidade, descrita pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) como de “valor universal excepcional”. De acordo com Abdulkarim, a área central do templo ficou destruída e as colunas que a rodeavam entraram em colapso. O Observatório Sírio dos Direitos Humanos, grupo sediado no Reino Unido, que monitora a guerra na Síria, confirmou a destruição do templo.
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