O cantor Igor Kannário vai acionar a Showmix Produções na Justiça por considerar que seu contrato com a empresa de entretenimento é abusivo. O cantor, que vive seu melhor momento, diz que não tem carro, casa, e nem um real no bolso. Ao jornal A Tarde, o príncipe do gueto, diz que o contrato, assinado em abril do ano passado, é abusivo e contraditório. A empresa recebe 35% do valor bruto, e, segundo o cantor, a empresa acha mais justo que seja descontado do líquido. Kannário, pelo contrato, ainda precisa arcar com os custos de remuneração, hospedagem e transporte de 33 pessoas que trabalham com ele. Ele diz que, se um “show custa R$ 150 mil, no fim das contas eu só embolso 11 mil, porque são 33 pessoas que eu tenho de pagar”. “Os músicos da banda, hospedagem, tudo é comigo. É uma máquina de fazer dinheiro? É. Eles fazem, mas o tiram logo de mim", diz. Kannário diz que assinou o contrato por pressão. “Eu fui obrigado a voltar porque eles me perseguiam. Eu saí por livre e espontânea vontade e eles embargavam o meu show. Tomei decisões debaixo de pressão e ameaça. Quando se é leigo, as pessoas se aproveitam", justifica. O cantor disse que tentou negociar com a Showmix, mas diz que os proprietários recusaram. Ele teme que sua carreira seja interrompida novamente, e que sua intenção neste momento é quebrar o contrato, e que não lhe interessa mais acordo. Entre outras queixas do cantor, está o fato dele pagar a pensão da filha no valor de R$ 700, de não ter dado uma casa para mãe, de morar de aluguel, e de ter perdido o carro para o Detran, que o leiloou por falta de dinheiro para tirar do pátio. Ele acrescenta ainda que mora de aluguel.
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