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| Foto: Kayo Magalhães/Arquivo/Câmara Dos Deputados |
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva intensificou, nesta semana, a articulação com o Congresso Nacional. Após declarar apoio à reeleição de Lula, o presidente da Câmara, Hugo Motta, deve se reunir com o petista para discutir a agenda de votações. No Senado, Lula também se encontrou com Davi Alcolumbre, em uma tentativa de reconstruir a relação após meses de tensão. Segundo o ministro José Guimarães, o diálogo foi retomado e Alcolumbre está alinhado à campanha de Lula no Amapá. A reportagem é do jornal O Globo.
Entre as prioridades do governo estão a PEC que acaba com a escala de trabalho 6x1, a PEC da Segurança Pública, o projeto sobre terras raras e medidas provisórias em tramitação no Congresso. Apesar da pressão do Planalto, ainda não há definição sobre quando a PEC 6x1 será votada no Senado. A articulação política também ocorre em meio à disputa presidencial, com Lula buscando ampliar apoios enquanto Flávio Bolsonaro enfrenta dificuldades para obter uma aliança nacional com partidos do Centrão.
União Brasil-PP e Republicanos decidiram manter neutralidade na disputa presidencial na maior parte dos estados, embora seus diretórios locais tenham liberdade para apoiar candidatos. A estratégia aparece em estados importantes como Minas Gerais, Rio de Janeiro e Paraná, enquanto São Paulo se tornou uma exceção, com apoio a Flávio Bolsonaro e a Tarcísio de Freitas. O cenário beneficia Lula ao impedir uma aliança nacional ampla em torno de Flávio e permite que lideranças do Centrão preservem espaço para negociar com o próximo governo, independentemente de quem vencer a eleição.

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