O ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Benjamin Zymler, pediu nesta quarta-feira (26) à presidência da Corte que disponibilize mais auditores para intensificar as análises no âmbito da Operação Lava Jato. Em comunicado apresentado ao plenário, o ministro afirmou que o grupo de trabalho dedicado ao caso, criado em julho, tinha seis servidores e foi reduzido para dois, devido a afastamentos para capacitação e aprovação em concursos de outros órgãos. De acordo com Zymler, o juiz Sérgio Moro, responsável pela condução da Lava Jato, disponibiliza documentos fiscais e comerciais das empresas envolvidas, o que permite que sejam calculados os sobrepreços em obras da Petrobras. "Vamos ter que analisar milhares de documentos. () Estamos falando de bilhões de reais", afirmou. No pedido, o ministro pediu "significativo aumento no efetivo" e justificou a necessidade de haver profissionais dedicados ao caso, já que o conhecimento da área é específico e complexo. "Não consigo vislumbrar nenhuma tarefa mais importante para o tribunal hoje em dia", disse. O presidente do TCU, Aroldo Cedraz, determinou a análise do pedido, se limitando a informar que o prazo será o "mais rápido possível". Ele afirmou entretanto que o pedido "traz à luz um problema grave", que é o déficit de auditores na Corte.
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