| Foto: Política Livre |
O desembargador Maurício Kertzman Szporer tomou posse, nesta quinta-feira (9), como presidente do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia. À frente da Corte, ele será responsável pela condução das Eleições Gerais de 2026 no estado.
Durante a cerimônia de posse, Szporer ressaltou a importância da imprensa para o fortalecimento da democracia e destacou o papel essencial dos veículos de comunicação no processo eleitoral. Em seu discurso, o novo presidente fez questão de agradecer a presença dos profissionais de imprensa e reforçou a necessidade de estreitar ainda mais a relação institucional com o setor.
“A imprensa desempenha um papel importantíssimo, sendo um dos instrumentos essenciais a um país democrático. Quando estamos em um tribunal que cuida da democracia, esse papel se torna ainda mais relevante”, afirmou.
O desembargador também enfatizou a parceria já existente entre o Tribunal Regional Eleitoral e os meios de comunicação, defendendo o fortalecimento desse vínculo ao longo de sua gestão. Segundo ele, a colaboração entre as instituições é fundamental para garantir transparência e confiança no processo eleitoral.
“Quero agradecer a parceria que a imprensa tem tido com o Tribunal e pedir que, a partir de agora, possamos estreitar ainda mais esses vínculos”, completou.
Szporer também abordou as medidas que vêm sendo adotadas pela Justiça Eleitoral para enfrentar a desinformação nas eleições de 2026. De acordo com ele, o Tribunal Superior Eleitoral editou um conjunto de normas para endurecer o combate às notícias falsas e ao uso indevido de tecnologias no período eleitoral.
“Por isso, o Tribunal Superior Eleitoral, para esse ano de 2026, editou 14 resoluções que endurecem o sistema contra a desinformação. Combateremos a desinformação, as notícias falsas, com várias modificações implementadas, inclusive com a responsabilização de quem comete esse tipo de prática”, afirmou.
O presidente do TRE-BA também destacou restrições ao uso de tecnologias como a inteligência artificial durante o período eleitoral, com o objetivo de preservar a lisura do processo.
“Há um período agora em que será proibido qualquer tipo de uso de inteligência artificial mais próximo das eleições. Diversas modificações foram feitas e o Tribunal estará atento para combater firmemente a desinformação, para que tenhamos eleições transparentes, seguras e céleres”, concluiu.
A nova presidência assume com o desafio de organizar e conduzir as eleições de 2026, em um cenário que exige atenção redobrada à lisura, à segurança e à credibilidade do processo democrático.
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