Brasília/DF. A Polícia Federal reafirma que atua em todas as suas investigações seguindo rigorosos padrões de segurança no tratamento de informações e na preservação e garantia dos direitos fundamentais, incluindo o respeito à privacidade e à intimidade.
Nenhum relatório, informação de polícia judiciária ou representação apresentada pela Polícia Federal, no âmbito da Operação Compliance Zero, conteve dados que não fossem relevantes para a instrução das investigações. Não foram incluídas, portanto, informações relacionadas à intimidade ou à vida privada dos investigados.
Não compete à Polícia Federal editar conversas, selecionar ou manipular dados extraídos de equipamentos apreendidos, sob pena, inclusive, de violação ao direito ao contraditório e à ampla defesa, constitucionalmente assegurados.
Os materiais apreendidos na citada operação estão em poder da Polícia Federal desde novembro de 2025 e em poder da Procuradoria-Geral da República desde janeiro de 2026. Posteriormente, por decisão do então Ministro Relator do processo, a defesa dos investigados passou a ter acesso à integralidade dessas informações. Da mesma forma, a CPMI do INSS recebeu dados referentes ao objeto da comissão por determinação do atual relator do processo.
Por fim, por orientação do diretor-geral da instituição, a equipe responsável pelas investigações encaminhou ao ministro relator representação para a abertura de apuração sobre a divulgação indevida de informações sigilosas.
Coordenação-Geral de Comunicação Social da PF

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