O governo Dilma experimenta uma espécie de convulsão envolvendo o PT e os partidos aliados, com destaque para o PMDB, que ameaça divergir e se tornar independente. Na última semana surgiram notícias desastradas envolvendo o tucano Antonio Anastasia, senador eleito e ex-governador de Minas, e também o candidato a presidente da Câmara, Eduardo Cunha, do PMDB. Para um contraponto à candidatura de Cunha, o PT lançou o deputado paulista Arlindo Chinaglia, seguido das informações de que Anastasia e Cunha teriam sido favorecidos pelo doleiro Youssef. O doleiro negou a denúncia. Os dois partidos passaram a se desentender mais ainda. As dificuldades de o PT conseguir eleger no primeiro dia de fevereiro o presidente da Câmara se tornaram maiores, o que não significa que seja impossível. Não é isso apenas. Se o desentendimento perdurar, os problemas para a presidente serão muito maiores do que se imagina em relação ao Congresso Nacional. A crise está sendo fermentada aos poucos e mais adiante poderá explodir, não importa quem for eleito para presidir a Câmara dos Deputados.
15 janeiro, 2015
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