O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki, relator da Operação Lava Jato, acatou o pedido da defesa do ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque e determinou sua soltura, de acordo com informações da Folha. Ele foi detido no último dia 14, com outros 22 executivos e funcionários de empreiteiras suspeitas de participar de um esquema de fraude em licitações da Petrobras. A recente decisão do STF determina que o passaporte de Duque seja apreendido e o proíbe de sair do Rio de Janeiro. O advogado do ex-diretor, Renato Moraes, informou, dias após a detenção, que ele não irá firmar um acordo de deleção premiada porque “não tem quem delatar”. Já o braço direito de Duque na estatal, Pedro Barusco, fechou um acordo de delação premiada no qual se comprometeu a devolver US$ 97 milhões, o equivalente a R$ 252 milhões. Duque é apontado por procuradores e policiais como o principal operador do PT nos desvios da Petrobras.
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