A vice-coordenadora e diretora jurídica do Sindicato dos Trabalhadores do Estado da Bahia (APLB), Marilene Betros, disse que a categoria recebeu bem o anúncio de reajuste do piso nacional dos professores, mas sinaliza que a luta continua para conseguir a implantação da medida. “Não adianta ter o anúncio de percentual e, no município, o prefeito dizer que não tem condição de pagar”, reclama. O Ministério da Educação estabeleceu o acréscimo de 13,01% no piso, que passou de R$ 1.697 para R$ 1.917,78. Marilene reclama que as prefeituras já não cumpriam o piso antigo. “O piso é lei e os prefeitos descumprem. Tem prefeitura que não pagou 13º salário nem o de dezembro”, disse. Segundo a sindicalista, a APLB espera uma audiência com o governador Rui Costa (PT) e o secretário de Educação, Osvaldo Barreto, para discutir a implantação do piso e continuar o processo de valorização de carreira do magistério.
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