O diretor presidente do Derba garantiu que as obras nova ponte Ilhéus-Pontal não serão interrompidas e atribuiu o atraso do projeto a questões ambientais que já foram solucionadas, diferentemente do que alegou a UTC, em nota. A obra recebeu o licenciamento ambiental no inicio de 2013, mas em seguida houve a necessidade de se fazer estudos arqueológicos por conta da um pedido do Instituto do Patrimônio Histórico Arqueológico e Natural (Iphan), porque havia suspeitas da existência de navios naufragados no local. De acordo com Saulo, “esses estudos foram realizados e chegou-se à conclusão de que não havia nenhum impedimento ambiental ou resquício de naufrágios. A partir daí, a obra foi iniciada, consistindo em duas partes, a cavação das estacas das estacas na parte terrestre no bairro Pontal e em, seguida, na parte marítima em direção à Praia do Cristo. Com a liberação por parte do MP, a empresa diz estar “desmobilizando os equipamentos da parte terrestre para poder trazer equipamentos mais sofisticados e apropriados nas ações na área marítima. Saulo ressalta que “para obras desse porte, a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) recomenda a realização de um estudo de qualidade do projeto, que está em fase de conclusão”. Ainda segundo Derba, em janeiro começa a parte marítima, com a colocação das estacas, incluindo o bloco que dará sustentação à ponte estaiada.
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