A Operação Plateiras, que fez com que o governador de Rondônia, Confúncio Moura (PMDB), depusesse sobre a formação de uma quadrilha suspeita de desviar R$ 57 milhões apenas no estado nortista, não conseguiu cumprir um mandato de condução coercitiva pela Polícia Federal em Salvador, nesta quinta-feira (20). De acordo com fontes do Bahia Notícias, tratam-se de familiares do empresário baiano Sérgio Braga, um dos maiores fornecedores de medicamentos para o estado e a prefeitura de Salvador - sua filha, Mariana Braga, que foi conduzida para depoimento. Uma das suas empresas é a Expressa Medicamentos, que tem faturamento de quase R$ 1 bilhão por ano. Apesar dos policiais não terem sucesso, informações dão conta de que ele estaria em São Paulo, onde também mantém escritórios e residências. A investigação deflagrada nesta quinta começou em 2012 e apura o suposto favorecimento de campanhas eleitorais por empresas que participaram de licitações no governo. Em troca, as companhias envolvidas no esquema venciam o certame.
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