Após cortar voos para onze cidades brasileiras, a Azul Linhas Aéreas deve eliminar outros 12 itinerários, segundo informações da coluna de Mônica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo. Ainda segundo a colunista, a medida pode resultar na demissão de 700 pessoas, considerando que cada ponto emprega 30 pessoas. A companhia aérea negou, em nota divulgada nesta quarta-feira (1º), que a informação referente às demissões “não procede”. “Ações como essa não fazem parte da cultura da companhia e nem de seu fundador, David Neeleman, que ao longo de sua trajetória esteve à frente de outras três aéreas e nunca realizou demissões”, diz o comunicado. Já em relação à permanência das rotas operadas atualmente pela Azul, a empresa não descarta o cancelamento de algumas linhas. “Depende da implementação do Plano de Desenvolvimento da Aviação Regional (PDAR). Caso não ocorra, a companhia não descarta a saída de alguns mercados. A Azul acredita que o PDAR é fundamental para o crescimento do setor e do Brasil e espera que seja implementado o quanto antes para continuar a servir mais de 100 cidades no país e ainda poder ampliá-las", informa a nota.
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