07 março, 2026

O mundo presta homenagem aos policiais mortos em serviço

Países de todos os continentes iluminam de azul monumentos emblemáticos no Dia Internacional dos Policiais Mortos em Serviço
Lyon/França. Os países membros da INTERPOL prestam homenagem, em 7 de março, ao Dia Internacional dos Policiais Mortos em Serviço, em reconhecimento aos agentes que perderam a vida no cumprimento do dever.

Através dos diferentes fusos horários e em todos os continentes, desde pequenas comunidades até grandes capitais, estão sendo realizados atos coordenados de lembrança, incluindo a iluminação de monumentos emblemáticos em azul INTERPOL, entre eles:
o Obelisco de Buenos Aires, na Argentina; o National Carillon em Canberra, Austrália; a Grand-Place em Bruxelas, Bélgica; o Cristo Redentor no Rio de Janeiro, Brasil; o Palácio Nacional de Cultura em Sófia, Bulgária; as Ruínas de Huanchaca em Calama, Chile; o Cerro de Monserrate em Bogotá, Colômbia; a Torre Petřín em Praga, República Tcheca; a Virgem de El Panecillo em Quito, Equador; o Monumento Nacional Monas em Jacarta, Indonésia; o Coliseu em Roma, Itália; o Tesouro de Petra na Jordânia; a Torre Menara Kuala Lumpur na Malásia; o Anjo da Independência na Cidade do México, México; o Palácio do Príncipe de Mônaco; a Sky Tower em Auckland, Nova Zelândia; o Quezon Memorial Shrine e a estátua do BGen Rafael T. Crame em Manila, Filipinas; a ponte Śląsko-Dąbrowski em Varsóvia, Polônia; e a Praça do Comércio em Lisboa, Portugal.
Centenas de edifícios, incluindo sedes de polícia, ministérios e outras infraestruturas públicas, também estão sendo iluminados de azul em todo o mundo para marcar esta comemoração.

As cerimônias nacionais organizadas durante o dia incluem minutos de silêncio, o hasteamento da bandeira a meio-mastro, a colocação de oferendas florais e a leitura dos nomes dos policiais mortos em serviço.

A iniciativa, impulsionada pelos países membros e coordenada pela INTERPOL, reconhece a natureza compartilhada do serviço policial e a dedicação universal e os sacrifícios realizados pelos agentes de polícia.

O Secretário-Geral da INTERPOL, Valdecy Urquiza, declarou:
"Todos os dias, em todos os cantos do mundo, os policiais vestem o uniforme, despedem-se de suas famílias e avançam rumo à incerteza, rumo ao perigo, rumo a um momento que pode mudar suas vidas para sempre. Recordamos as mulheres e os homens que escolheram servir às suas comunidades e que deram tudo nesse serviço."

Também foram realizadas cerimônias para honrar os policiais mortos em serviço na Secretaria-Geral da INTERPOL em Lyon (França) e no Complexo Global para a Inovação em Singapura.

O Presidente da INTERPOL, Lucas Philippe, declarou:

"Hoje honramos aqueles que caíram, aqueles que continuam servindo e aqueles que os apoiam. Seu sacrifício nos lembra que o trabalho policial é, ao mesmo tempo, uma missão pública e um compromisso profundamente vocacional e pessoal."

Refletindo tanto as tradições nacionais quanto o reconhecimento comum dos sacrifícios realizados pelos policiais, a comemoração destaca a natureza transnacional do trabalho policial e os riscos enfrentados pelos agentes das forças de segurança.

Os atos do dia destacam uma compreensão compartilhada: embora o serviço policial esteja enraizado nas comunidades locais, sua missão - proteger, servir e defender a justiça - se desenvolve dentro de um quadro global interconectado, baseado na cooperação internacional.
Categoria
Justiça e Segurança

PF apreende cerca de R$ 400 mil em espécie em Campos dos Goytacazes/RJ

                A quantia estava em posse de um homem que não comprovou a origem do dinheiro
Campos dos Goytacazes/RJ. Nesta sexta-feira (6/3), a Polícia Federal apreendeu cerca de R$ 400 mil em espécie no distrito de Goytacazes, localizado no município de Campos dos Goytacazes/RJ.

Na ação, policiais federais abordaram um empresário da região que estava em posse da quantia em dinheiro em espécie. O homem não apresentou comprovação da origem lícita do valor, o que motivou a apreensão do montante.

Além do dinheiro, um aparelho celular também foi apreendido e será encaminhado para análise da perícia técnica criminal, a fim de subsidiar o prosseguimento das investigações.

O valor apreendido será depositado em conta judicial e permanecerá à disposição da Justiça. Um inquérito policial será instaurado para apurar os fatos, e o investigado poderá responder pelos crimes de lavagem de dinheiro e corrupção ativa e passiva.

Comunicação Social da Polícia Federal no Rio de Janeiro

06 março, 2026

Nota à imprensa

Brasília/DF. A Polícia Federal reafirma que atua em todas as suas investigações seguindo rigorosos padrões de segurança no tratamento de informações e na preservação e garantia dos direitos fundamentais, incluindo o respeito à privacidade e à intimidade.

Nenhum relatório, informação de polícia judiciária ou representação apresentada pela Polícia Federal, no âmbito da Operação Compliance Zero, conteve dados que não fossem relevantes para a instrução das investigações. Não foram incluídas, portanto, informações relacionadas à intimidade ou à vida privada dos investigados.

Não compete à Polícia Federal editar conversas, selecionar ou manipular dados extraídos de equipamentos apreendidos, sob pena, inclusive, de violação ao direito ao contraditório e à ampla defesa, constitucionalmente assegurados.

Os materiais apreendidos na citada operação estão em poder da Polícia Federal desde novembro de 2025 e em poder da Procuradoria-Geral da República desde janeiro de 2026. Posteriormente, por decisão do então Ministro Relator do processo, a defesa dos investigados passou a ter acesso à integralidade dessas informações. Da mesma forma, a CPMI do INSS recebeu dados referentes ao objeto da comissão por determinação do atual relator do processo.

Por fim, por orientação do diretor-geral da instituição, a equipe responsável pelas investigações encaminhou ao ministro relator representação para a abertura de apuração sobre a divulgação indevida de informações sigilosas.

Coordenação-Geral de Comunicação Social da PF

PM apreende armas com quatro integrantes de facção e reforça patrulhamento no Nordeste de Amaralina

Guarnições da Polícia Militar alcançaram na tarde desta quinta-feira (5), quatro integrantes de uma facção, com atuação na região do Nordeste de Amaralina, na capital baiana.

As equipes realizavam o patrulhamento de rotina quando visualizaram cerca de 10 homens armados. Durante a tentativa de cerco, o grupo atirou contra as viaturas e, após confronto, quatro suspeitos acabaram feridos.

Armas, munições, carregadores e drogas foram apreendidos com o quarteto, que foi socorrido para o Hospital Geral do Estado (HGE). O restante do bando acabou fugindo.

O patrulhamento segue reforçado em todo o Complexo do Nordeste de Amaralina. Informações sobre comparsas do quarteto podem ser enviadas, com total sigilo, através do telefone 181 (Disque Denúncia). O anonimato é garantido por lei.
Fonte
Alberto Maraux/ Ascom SSP

Empresa investigada por relação com PCC exporta ao Panamá carga do SUS vetada pela Anvisa

Lotes de imunoglobulina comprados por uma fornecedora do Ministério da Saúde e interditados pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) foram entregues à Insight Participações S.A., uma empresa investigada por suspeita de ocultar patrimônio e lavar dinheiro do crime organizado.

A imunoglobulina é uma droga feita à base do plasma sanguíneo, indicada para pacientes com o sistema imunológico comprometido, inclusive em casos específicos associados ao HIV. O produto deveria ter sido exportado à China, mas está no Panamá e perde a validade de junho a julho deste ano.

A distribuidora Farma Medical, que foi contratada pelo ministério para fornecer a droga ao SUS, diz desconhecer o destino da carga e declara que a repassou à Insight para quitar uma dívida de cerca de R$ 30 milhões.

O Ministério da Saúde, porém, afirma que formalmente foi a Farma Medical que atuou no processo de exportação. Diz ainda que os lotes não podem voltar ao Brasil e que não cabe à pasta "fiscalizar ou acompanhar a movimentação da carga após sua saída do país".

Como mostrou a Folha, Farma Medical tomou um empréstimo de R$ 30 milhões com a Insight para comprar o primeiro lote da imunoglobulina que seria fornecida ao SUS.

O plano era financiar todo o contrato de R$ 87,63 milhões, mas o ministério decidiu romper o acordo com a distribuidora após a Anvisa, em outubro de 2023, interditar o produto. O governo federal não fez pagamentos pelo remédio.

Em setembro de 2024, a Farma Medical assinou um "termo de quitação" do débito e cedeu a propriedade e direitos da carga, além de afirmar que a Insight poderia tomar todas as medidas necessárias, inclusive com a Anvisa e o ministério, para a exportação do remédio.

Fundador e diretor da Insight, Himad Abdallah Mourad, também assina o documento. Ele e a empresa foram alvos de busca e apreensão na Operação Carbono Oculto, em agosto de 2025, que mirou a atuação do PCC (Primeiro Comando da Capital) na economia formal.

Himad é primo de Mohamad Hussein Mourad, que está foragido e é apontado como um dos líderes da organização criminosa. Em outubro, Himad ainda foi alvo da operação Octanagem, um desdobramento da Carbono Oculto que mirou postos de combustível, sob suspeita de que os estabelecimentos estariam por trás de um esquema de adulteração de gasolina e lavagem de dinheiro.

A reportagem não conseguiu localizar Himad, e a Insight não respondeu a e-mails enviados desde quarta (25) com pedido de manifestação.

Documentos obtidos pela Folha mostram que uma atual fornecedora de insulina do SUS, a distribuidora Star Pharma, atuou no processo de exportação da imunoglobulina da Farma Medical ao realizar cotações de embarque em 2025, quando a Insight já havia recebido os direitos da carga.

Formalmente, porém, a documentação do Ministério da Saúde sobre a saída da droga do Brasil não cita a Insight ou a Star Pharma. Apenas a Farma Medical é mencionada. A DU-E (Declaração Única de Exportação), que tem o ministério como exportador, cita embarque com a China como destino final.

Uma pessoa que acompanhou o trâmite da exportação afirma, sob reserva, que os lotes iriam para a China, onde a imunoglobulina foi produzida, mas o país não autorizou a entrada da carga. Todo o medicamento, então, foi levado ao Panamá e segue no país, segundo documento obtido pela reportagem.

Outras quatro pessoas que acompanharam o processo afirmam que a Star Pharma conduziu a exportação em nome da Insight, e que a estrutura da Farma Medical foi utilizada apenas para responder formalmente ao ministério.

Em nota, a Star Pharma disse que atuou na operação por meio de Emanuela Medrades, atual sócia da empresa, em "suporte técnico pontual na avaliação de alternativas regulatórias e logísticas para a carga" e dentro da legalidade.

Os cerca de 31 mil frascos, avaliados em R$ 30 milhões, ficaram no estoque do Ministério da Saúde de outubro de 2023 a março de 2025, quando a carga deixou o país.

A Anvisa inicialmente mandou destruir o produto, que havia desembarcado no Brasil sem o controle adequado de temperatura. O medicamento é um produto biológico, deve ser mantido entre 2°C e 8°C em todo o trajeto.

A agência sanitária, porém, aceitou pedido da empresa para que a carga fosse devolvida ao fabricante chinês, o laboratório Harbin Pacific, sob argumento de que os lotes poderiam ser substituídos ou ressarcidos.

A imunoglobulina que seria entregue ao SUS não tinha registro da Anvisa. O ministério optou por essa compra excepcional sob o argumento de que não havia oferta da indústria regularizada no Brasil.

A Farma Medical não tinha contratos anteriores com o ministério e foi escolhida por um chamamento público de empresas, feito de emergência para evitar desabastecimento. A empresa representava a Prime Pharma LLC, dos Emirados Árabes, que receberia o pagamento no exterior.

Em nota, o Ministério da Saúde afirma que todo o processo de devolução "foi conduzido com a Farma Medical, representante da Prime Pharma LLC". A pasta afirma que o valor pago pelo governo para armazenar o produto no armazém da Saúde em Guarulhos está em "processo de restituição", sem informar qual foi a despesa.

O ministério ainda diz que atua "com rigor" na fiscalização e que aplicou uma multa de US$ 1,69 milhão na Prime Pharma LLC. A pasta não informa se o valor da multa já foi pago.

Por Mateus Vargas e José Marques/Folhapress

05 março, 2026

A 55ª Companhia Independente de Polícia Militar passa a ser comandada pelo Major PM Héber Nascimento Correia,

Crédito:  ASCOM/55ª CIPM/PMBA

A 55ª Companhia Independente de Polícia Militar passa a ser comandada pelo Major PM Héber Nascimento Correia, oficial com trajetória consolidada na Polícia Militar da Bahia e ampla experiência operacional e administrativa.

O Major Héber já integrou a própria 55ª CIPM no posto de Tenente, fortalecendo vínculos institucionais e comunitários na região. Ao longo de sua carreira, atuou em diferentes unidades e áreas estratégicas do estado, incluindo passagens por Ilha de Itaparica, CPR-Litoral Norte, Cipó, Euclides da Cunha, Serrinha, Vera Cruz, Paulo Afonso e Alagoinhas acumulando experiência em gestão de tropa, planejamento operacional e policiamento ostensivo.

À frente da 55ª CIPM, o comandante reafirma o compromisso com:

✔️ O fortalecimento do policiamento preventivo e ostensivo

✔️ A valorização da tropa

✔️ A integração com a comunidade

✔️ A atuação firme no combate à criminalidade

Fonte: ASCOM/55ª CIPM/PMBA, uma Força a serviço do cidadão!

                 https://www.instagram.com/p/DVg6LaIAXd5/?igsh=ZHJkcmZtZGQ5NHU5

Ação conjunta da PRF e PM apreende drogas escondidas nas portas de veículo em Paranatinga (MT)

Na tarde de quarta-feira (04), por volta das 18h, uma ação conjunta entre a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Polícia Militar resultou na apreensão de 55 tabletes de drogas no município de Paranatinga, em Mato Grosso.

Durante a abordagem a um veículo I/Fiat Cronos Drive, realizada no pátio de um posto de combustível, as equipes perceberam um forte odor característico de substância entorpecente proveniente das portas do automóvel.

Diante da situação, foi realizada uma busca minuciosa no veículo, ocasião em que os policiais localizaram 39 tabletes de substância análoga à pasta base de cocaína e 16 tabletes de substância análoga ao skunk, que estavam ocultos nas estruturas das portas do carro.

O condutor foi detido e encaminhado, juntamente com o veículo e todo o material apreendido, à Delegacia da Polícia Civil de Paranatinga (MT).
Categoria
Crimes

PRF apreende 182 Kg de cocaína em Corumbá (MS)

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu 182 quilos de cocaína, nesta quarta-feira (4), em Corumbá (MS).
Os policiais fiscalizavam na BR-262, quando deram ordem de parada a um caminhão. O condutor não parou e seguiu alguns quilômetros até parar e ser abordado. O veículo foi encaminhado à Unidade Operacional da PRF para ser realizada a fiscalização.

Durante uma vistoria minuciosa, a equipe descobriu um compartimento preparado na carroceria do caminhão, dentro do compartimento estavam escondidos os tabletes de pasta base de cocaína. O motorista confessou ter recebido o ilícito em Corumbá e que viajaria até o interior de São Paulo.

O preso, a droga e o veículo foram encaminhados à Polícia Federal em Corumbá (MS).

Categoria
Justiça e Segurança

João Roma pode levar bolsonarismo ao escândalo do Banco Master, diz revista

O avanço das investigações envolvendo o colapso do Banco Master pode ampliar a crise política em torno do caso e atingir também setores ligados ao bolsonarismo. Segundo reportagem publicada pela revista Veja, as conexões políticas do banqueiro Augusto Lima, preso na Operação Compliance Zero, alcançam figuras importantes da direita, incluindo o presidente do PL baiano, João Roma.

De acordo com a publicação, Roma, que foi ministro da Cidadania no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, teria sido um aliado relevante de Augusto Lima e desempenhado papel importante no crescimento do banco antes da liquidação da instituição pelo Banco Central, em novembro de 2025.

O ex-ministro e ex-deputado federal é cotado para disputar uma vaga ao Senado em 2026, deverá prestar esclarecimentos na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado. Entre os pontos que devem ser abordados está o credenciamento do Banco Master para atuar no consignado do auxílio emergencial no final do governo Bolsonaro.

Durante aquele período, o cartão CredCesta, operação ligada ao banco e comandada por Augusto Lima, passou a intermediar operações de crédito consignado destinadas a aposentados do INSS em 24 estados e 176 municípios brasileiros. Dados do próprio instituto apontam que o número de contratos saltou de cerca de 104 mil em 2022 para 2,75 milhões em 2024, crescimento superior a 2.500% em apenas dois anos.

A revista aponta ainda que as ligações políticas de Lima inicialmente estavam associadas a figuras do PT, como Jaques Wagner e Rui Costa. Com a aproximação de João Roma durante o governo Bolsonaro, o empresário teria ampliado suas conexões também com setores da direita.
Por Redação

‘Operação Ágora' prende empresários investigados por sonegar mais de R$ 10 mi em impostos

A Força-Tarefa de combate à sonegação fiscal na Bahia deflagrou na manhã desta quinta-feira, dia 5, a ‘Operação Ágora’, que investiga a prática de sonegação fiscal por empresários do setor de comércio varejista de alimentos, que teriam sonegado ao Estado da Bahia mais de R$ 10 milhões em impostos (ICMS).

Foram cumpridos um mandado de prisão e 10 mandados de busca e apreensão nas cidades de Salvador e Alagoinhas. Em Alagoinhas, houve tentativa de fuga do investigado, no entanto as equipes da Polícia empreenderam diligências e cumpriram a prisão do homem. Segundo a apuração, o grupo estruturou um esquema de sucessivas constituições e encerramentos simulados de pessoas jurídicas, todas explorando a mesma atividade econômica, com o objetivo de fraudar a fiscalização tributária, frustrar a cobrança de créditos tributários de ICMS e blindar o patrimônio.

As apurações da Inspetoria Fazendária de Investigação e Pesquisa (Infip), do Ministério Público e da Polícia Civil, na Bahia, identificaram que o grupo deixava de recolher aos cofres públicos, no prazo legal e de forma continuada, o ICMS declarado e se valia de diversas manobras para sonegar o tributo, como a omissão de lançamentos na escrituração fiscal e a sucessão fraudulenta de empresas vinculadas entre si, mediante interpostas pessoas sem capacidade econômico-financeira, com a intenção de esconder seus reais proprietários e dar continuidade operacional às empresas que eram “abandonadas” com vultosas dívidas fiscais.

O grupo se valeu, ainda, de uma holding patrimonial criada após o ajuizamento das execuções fiscais, com a finalidade de blindar o patrimônio e dissimular a estrutura empresarial ilícita.

Segundo a Força-Tarefa, a operação é fruto da intensificação das ações em face de fraudes tributárias e da prática de declarar o débito de ICMS e não repassar o imposto à Fazenda, de forma contumaz, o que configura crime contra a ordem tributária, e que muitas vezes serve apenas para dissimular fraudes ainda mais graves. A Força-Tarefa ressalta que estas práticas criminosas causam graves danos à coletividade, especialmente considerando que o imposto foi efetivamente pago pelos consumidores e não repassado aos cofres públicos, resultando em perda de receitas necessárias às políticas públicas e serviços essenciais para a população.

A operação contou com a participação de cinco promotores de Justiça, 14 Delegados de Polícia, 60 policiais do Necot/Draco, 10 servidores do Fisco Estadual, 10 servidores do MPBa, e 16 policiais da Companhia Independente de Polícia Fazendária (Cipfaz).

A Força-Tarefa de combate à sonegação fiscal é composta pelo Grupo Especial de Combate à Sonegação Fiscal (Gaesf) do MPBa, Inspetoria Fazendária de Inteligência e Pesquisa (Infip) da Sefaz e pelo Núcleo Especializado no combate aos Crimes Econômicos e contra a Ordem Tributária (Necot/Draco), da Polícia Civil da Bahia.

Por Redação

Homem é preso por estupro em Dias d´Ávila

Um homem de 21 anos foi preso pelo crime de estupro, nesta quarta-feira (4), no bairro Fazenda Grande do Retiro, na capital. A ação foi realizada por equipes da Polícia Civil da Bahia, por meio da 25ª Delegacia Territorial (DT/Dias d’Ávila), em cumprimento a mandado de prisão preventiva.

O crime foi registrado no dia 13 de fevereiro deste ano, quando uma mulher relatou ter sido estuprada a caminho de sua residência. Imagens de câmeras de segurança da região registraram o momento em que o investigado abordou a vítima com uma arma branca e a ameaçou, conduzindo-a até outra rua, onde o fato ocorreu. Após o crime, o suspeito fugiu, levando o aparelho celular da vítima.

O investigado foi apresentado à unidade policial, onde foram adotadas as formalidades legais de praxe e está custodiado à disposição do Poder Judiciário.
Fonte
Ascom PC

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