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02 maio, 2026

PRF e Polícia Civil desarticulam quadrilha de furtos em lojas no Sul Fluminense

Furtavam redes varejistas
Na tarde de quarta-feira (29), uma ação conjunta entre a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Polícia Civil resultou na desarticulação de um grupo especializado em furtos a estabelecimentos comerciais no Sul Fluminense.

Equipes da 89ª DP (Resende) da Polícia Civil acionaram policiais rodoviários federais da 7ª Delegacia (Resende), após o compartilhamento de informações sobre uma quadrilha que estaria atuando em lojas no municípios de Volta Redonda (RJ).

Um veículo envolvido nos crimes foi localizado em frente a um shopping da região. Quatro pessoas foram abordadas; um homem de 31 anos, duas adolescentes - de 16 e 17 anos -, além de uma mulher de 24 anos.

No interior do automóvel, foram encontradas diversas peças de vestuário e acessórios com etiquetas de grandes redes varejistas. Através da análise de câmeras de monitoramento das lojas furtadas, os policiais identificaram a participação de outras duas mulheres, de 21 e 26 anos, que foram encontradas escondidas no interior de um supermercado próximo.

O homem alegou ter sido contratado para uma corrida particular e disse desconhecer a intenção criminosa das passageiras. As jovens admitiram a prática recorrente de furtos em centros comerciais, utilizando veículos de aplicativo para os deslocamentos.

A ocorrência foi encaminhada à Polícia Civil (89ª DP).
Categoria
Crimes

Operação cumpre mandados e combate grupo criminoso em Santo Amaro

A Polícia Civil da Bahia deflagrou, nesta sexta-feira (1º), a Operação Sacramento, no município de Santo Amaro, com o objetivo de combater um grupo criminoso com atuação no tráfico de drogas em um conjunto habitacional da cidade.

A ação deu cumprimento a ordens judiciais expedidas pela 1ª Vara Criminal, do Júri e de Execuções Penais da Comarca local. Durante a operação, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão domiciliar. Nos imóveis, foram apreendidos seis aparelhos celulares, uma máquina de cartão de crédito e dois cadernos contendo anotações com registros de valores e nomes. Duas pessoas foram conduzidas à unidade policial para prestar esclarecimentos, ouvidas e liberadas.
Ainda no âmbito da operação, foi cumprido um mandado de prisão contra um homem, também expedido pela Justiça Criminal de Santo Amaro, investigado por envolvimento no tráfico de drogas. O suspeito foi localizado e preso no bairro Polivalente.

O homem foi conduzido à unidade policial, realizou exame de corpo de delito no Departamento de Polícia Técnica (DPT) e segue custodiado à disposição do Poder Judiciário.

Todo o material apreendido será submetido à análise pericial para subsidiar o andamento das investigações, que seguem em curso para a completa identificação e responsabilização de todos os envolvidos nas ações criminosas investigadas.
Fonte:
Camila Souza / Ascom-PCBA

01 maio, 2026

Eleição faz milagre, e fim da escala 6x1 não afeta economia, afirma presidente do TST

Vieira de Mello Filho defende código de ética para juízes e reconhece que o caso Master respinga na magistratura
Foto: Pedro França/Agência Senado/Arquivo
O presidente do TST (Tribunal Superior do Trabalho), Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, diz que o debate do projeto que acaba com a escala 6x1 precisa ser "desideologizado" porque algumas categorias de trabalhadores já têm jornadas menores. Em entrevista ao C-Level, videocast do jornal Folha de São Paulo, o magistrado avalia que a economia vai se adaptar à mudança.

Ele compara as resistências à proposta ao que ocorreu quando foi implementado o 13º salário. "[Falaram] Que o 13º iria quebrar [a economia], que não iria ter emprego, que ninguém mais iria ser contratado. 

Agora eu pergunto: se a gente tirar o 13º, o que vai acontecer com o setor do comércio?", disse.

Para ele, o cenário eleitoral vai facilitar a aprovação do projeto. "Às vezes, as eleições fazem coisas milagrosas e até geram consenso", afirma.

Crítico à pejotização do trabalho, ele alerta para os riscos de "ruptura do tecido social" com esse tipo de contratação e adverte que o Congresso não deveria deixar de aprovar a regulamentação dos trabalhadores de aplicativos —sob risco de o STF (Supremo Tribunal Federal) acabar decidindo sobre tema. "Se o Supremo criar uma lei, vai ser o pior dos mundos."

Vieira de Mello Filho defende ainda o código de ética para os juízes e reconhece que o caso Master respinga na magistratura. "Se o juiz tem um parente, ele não pode julgar processos daquele escritório. É uma discussão que não pode ser tida como tabu".

Defensores da pejotização e da flexibilização dos contratos de trabalho costumam dizer que a legislação precisa acompanhar as inovações tecnológicas. 

A CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) impede o avanço das novas relações de trabalho?

A Revolução Industrial trouxe um avanço tecnológico com a industrialização e a produção em série. O que aconteceu? Aumento da exploração do trabalho humano, porque não havia nenhuma forma de regulação. Crianças trabalhavam em jornadas alongadas, mulheres também, e ganhavam muito menos que os homens. A regulação não impede o crescimento econômico.

A tecnologia não substitui a necessidade do contrato de trabalho?

O ser humano jamais será substituído. Podemos ter novas formas do trabalho humano, mas ele sempre será necessário. Para modificar o emprego, nós precisamos modificar a forma como o país educa os seus cidadãos.

Como fazer essa travessia?

Estamos num momento de travessia há algum tempo. Mas isso tudo faz parte de uma conformação temporal que você não resolve da noite para o dia. A Constituição é democrática e social. 

Ela não é liberal. O problema é a interpretação que se quer dar a ela, mudando a sua natureza. Se coloco a pejotização como única forma de contratação, o que vai acontecer? 

A ruptura do tecido social.

Qual é o papel da Justiça na regulamentação do trabalho por aplicativo?

O juiz é obrigado a decidir as causas que são ajuizadas. Ele não pode dizer: "não posso decidir porque eu não tenho lei própria para isso".

O relatório do deputado Augusto Coutinho (Republicanos-PE) sobre o projeto dos aplicativos causou reação negativa. O que acontece se o tema for parar no STF?

O único caminho é o Legislativo, porque o Judiciário não tem condição de criar uma regulação específica para essa modalidade. Ela tem, de fato, singularidades quanto à execução. O projeto reconhece como trabalhadores em plataforma. Agora, quando ele acrescenta que isso seria sem vínculo, isso gera uma reação dos trabalhadores.

Mas ela [a proposta] traz muitos pontos positivos. Por exemplo, a própria questão da segurança. Hoje nós temos crianças pedalando para entregar mercadoria, porque não há controle. Tem motos roubadas que podem ser utilizadas. A gente está vendo, inclusive, bandidos que se travestem de entregadores para cometer assaltos.

Tudo indica que o Congresso vai deixar essa discussão para 2027.

Fragiliza muito. Eu quero acreditar [que a regulamentação vai ser aprovada], porque a outra solução é muito drástica. Se a solução é judicial, vai ser o Supremo a dizer para um lado ou para o outro. Aplica a CLT ou eles são autônomos. Agora, se o Supremo criar uma lei, eu acho que vai ser o pior dos mundos, porque eles [ministros] não conhecem essa relação.

O que pensa da discussão sobre o fim da escala 6x1?

É preciso que esse debate seja desideologizado, porque algumas categorias, inclusive, já têm jornadas menores. Quando o 13º foi criado, todos eram contra. [Falaram] que o 13º iria quebrar, que não iria ter emprego, que ninguém mais iria ser contratado. 

Agora eu pergunto: se a gente tirar o 13º, o que vai acontecer com o setor do comércio?

O presidente enviou ao Congresso um projeto que prevê o fim da escala 6x1. Como vislumbra essa negociação em ano eleitoral?

Às vezes, as eleições fazem coisas milagrosas, e até consenso a gente consegue. Então, eu fico muito feliz que a gente tenha uma solução para isso. Nós não podemos viver de discussões e de retóricas, nós precisamos de coisas concretas no país.

Mas as empresas estão jogando o discurso de que vai afetar a economia.

Eu, pessoalmente, acho que não afeta. Todos se adaptam. É uma evolução. Se você chegar na Alemanha, domingo está tudo fechado. Você tem um rodízio de meia dúzia de farmácias que você vai poder frequentar. Nós temos que mudar um pouco a nossa cultura. Todo mundo quer morar num país desenvolvido, sustentável, que está lá na Europa. Mas quando tem alguma coisa de lá que é para trazer para cá, todo mundo é contra.

As reclamações trabalhistas que partem da 1ª instância e vão direto para o Supremo esvaziam a Justiça do Trabalho e o TST?

A última instância trabalhista é o TST. Quando tem uma decisão de primeiro grau contrária a essa decisão do Supremo, em vez de ela percorrer a instância trabalhista, algumas partes vão direto ao STF, sem contraditório, sem nada, sem que tenham o esgotamento da instância trabalhista. 

O que temos conversado com o Supremo? 
Tem que haver o esgotamento da instância trabalhista.

O Supremo está querendo ocupar o papel da Justiça do Trabalho?

É um sistema vertical. Se o Supremo entende que uma matéria é constitucional, ele vai decidir, todo mundo vai ter que cumprir. 

O problema é a autocontenção ou não das questões do Supremo Tribunal Federal. Ele precisa decidir tudo? 

Essa é a grande pergunta. O Supremo está se adoecendo com o volume de processos pela própria competência que tem se dado permanentemente, julgando tudo de todas as formas. Não é uma crítica.

Ele está julgando o processo que não deveria, não precisaria?

Estou dizendo que a matéria infraconstitucional e matéria de prova deveriam ficar nas instâncias infraconstitucionais. É para isso que existem os tribunais regionais e os tribunais superiores —STJ, TST, todos eles.

Um dos críticos à Justiça do Trabalho é o ministro Gilmar Mendes do STF. Como avalia as posições dele?

A Justiça do Trabalho tem um papel importantíssimo na sociedade brasileira. Somos um país extremamente desigual. Ela tem um papel fundamental na proteção do tecido social construído pela Constituição. Com relação às convicções pessoais de um ou outro magistrado, isso diz respeito à formação que ele tem, à visão que ele tem do mundo.

O sr. é autor de uma proposta de um código de ética para a magistratura que acabou não sendo aprovada, e agora existe uma discussão semelhante no Supremo. Como vê essa discussão?

A regulação do código de ética é uma discussão interna do STF. Nós que estamos instâncias abaixo não podemos opinar sobre um código de ética. Sou da opinião que acho muito difícil alguém ser contra um código de ética em qualquer lugar. A gente deve pautar a nossa vida por uma ética permanente. A ética não é relativa, não depende de circunstâncias.

Remuneração, palestras, viagens...

É muito importante que todo mundo saiba com quem o juiz convive. Se recebo um convite para uma palestra, todos têm direito de saber quem está me convidando, quem vai pagar a passagem, se eu estou recebendo honorários, qual o valor dos honorários e quem está pagando.

O ministro Alexandre de Moraes falou que o juiz hoje no Brasil é uma das figuras mais restritas na sua atuação.

O juiz é uma figura que tem que ter uma conduta muito austera e sóbria. Eu sou juiz há 40 anos. Sempre me vi tolhido de muitas coisas que eu não pude fazer, ou que eu queria falar e não falei. Temos a Loman [Lei Orgânica da Magistratura], temos o Código de Bangalore [normas éticas definidas pela ONU para o Judiciário] , temos o código de ética da magistratura, mas a gente está assistindo que isso não está resolvendo

Eu não sou contra que o juiz faça palestra. Ele faz a palestra, mas diz para quem, quanto foi, como recebeu. [Que] isso fique bem claro, porque a parte, na hora que for o julgamento, vai falar assim: "O senhor deu uma palestra para a empresa tal, recebeu isso, recebeu aquilo, então eu não quero que o senhor julgue o meu processo, quero que o senhor se dê por suspeito".

O relator da CPI do Crime Organizado pediu o indiciamento dos ministros Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes. Os dois primeiros estão envolvidos no caso Master. Esse caso respinga na credibilidade dos tribunais?

Tudo isso que estamos assistindo, de fato, acaba respingando na magistratura.

E viagem de avião?

Eu só viajo avião de carreira, com passagem e tudo, mas eu acho que é a mesma aproximação de se eu convidar alguém para fazer palestra. Eu acho que ele pode até viajar, mas ele diz assim: "Sou suspeito para falar qualquer coisa com relação a isso".

O que mais tem que entrar nessa definição de suspeição e impedimento?

Se o juiz tem um parente, ele não pode julgar processos daquele escritório. E hoje é muito mais grave, porque temos uma repercussão geral nos tribunais superiores. É uma discussão que não pode ser tida como tabu. Em 2023, não aprovaram [a proposta de dar transparência às palestras]. Eu levei a proposta e não foi aprovada por um voto. Poderia ser aprovada e talvez não tivéssemos nem vivendo muitas situações que encontramos hoje.
Por Adriana Fernandes/Ana Pompeu/Folhapress

Agrishow, principal feira do agro no país, registra queda de venda pela primeira vez em 11 anos

Foto: Divulgação
Visitantes caminham em rua da Agrishow, em Ribeirão Preto, no interior paulista
A Agrishow, principal feira do agronegócio no país, apresentou redução nas vendas pela primeira vez nos últimos 11 anos, ao gerar R$ 11,4 bilhões em intenções de negócios na edição deste ano, que termina nesta sexta-feira (1).

Os números foram apresentados pela Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos), uma das entidades realizadoras do evento, e mostram recuo de 25% em comparação aos R$ 15,2 bilhões gerados no ano passado. O valor foi atualizado pela inflação do período.

É apenas a segunda vez, em 31 anos de história, que a principal feira agro do país sofre revés nos negócios, considerando-se os valores nominais de cada edição. A anterior foi em 2015, quando viu as vendas diminuírem 30% em comparação com o ano anterior.

Com 800 marcas expostas, a Agrishow (Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação) já tinha sinalizações de que os negócios em Ribeirão Preto (SP) não alcançariam a marca do ano passado a partir das incertezas econômicas e políticas e do desempenho de outras feiras do agro.
A Tecnoshow, realizada pela cooperativa Comigo em Rio Verde (GO) no início de abril, viu os negócios recuarem 30% neste ano, após gerar R$ 10 bilhões em 2025.

O cenário fez a Agrishow, pela primeira vez nos últimos anos, abrir a feira sem projetar faturamento. O Banco do Brasil, principal ente financeiro presente na feira, iniciou a feira projetando receber R$ 3 bilhões em propostas, R$ 1,75 bilhão a menos que os R$ 4,75 bilhões gerados em 2025, mas acabou superando a estimativa.

A previsão inicial foi alcançada às 18h desta quinta-feira (30) e contempla, conforme o banco, investimentos em máquinas, armazenagem, irrigação, tecnologia e custeio.

Segundo a Abimaq, a feira foi visitada por 197 mil pessoas entre segunda-feira (27) e esta sexta, o que indica "que a Agrishow permanece sendo a vitrine do agronegócio brasileiro", conforme a organização.

"Este cenário é decorrente da alta taxa de juros, da variação cambial e do preço desfavorável das commodities", disse Pedro Estevão, presidente da câmara de máquinas e implemento agrícolas da Abimaq.

O mês de março apresentou crescimento nas vendas em comparação com março do ano passado, mas o primeiro trimestre foi ruim para a venda de tratores e colheitadeiras, conforme dados divulgados pela Abimaq na quarta-feira (29).

Foram comercializados ao usuário final 9.215 tratores entre janeiro e março, ante os 10.087 do trimestre inicial de 2025, o que indica queda de 8,64%. Já as vendas de colheitadeiras recuaram mais, 40,62%, passando de 1.250 para as atuais 761.

Apesar da retração nos negócios, muitas empresas alcançaram as metas previstas na feira agrícola, como a Tritucap, de Sertãozinho (SP), que voltou à Agrishow após sete anos com uma máquina para a erradicação sustentável de lavouras de café –que substitui a prática da queima na renovação de cafezais.

A empresa comercializou 31 máquinas e tem outras 27 em fase avançada de negociação com os clientes, número que superou em três vezes a meta de vendas.

O diretor Eduardo Alves Ferreira disse que esperava bons negócios pelo momento favorável da cafeicultura, mas que o resultado surpreendeu.

Na XCMG Brasil, que comercializa máquinas pesadas da marca chinesa, os negócios subiram até 10% em relação ao ano anterior. Foram lançados dois modelos de tratores agrícolas e um sobre esteiras.

Já a Herbicat, que atua no ramo de equipamentos e acessórios de aplicação e insumos, afirma ter registrado mais de 300 contatos de interessados e estima que até 20% deles representem vendas no pós-feira. A avaliação da empresa é que o cenário atual é oportuno para produtores investirem aproveitando preços mais atrativos dos equipamentos.

Além da Abimaq, a Agrishow é realizada por outras quatro entidades: Abag (Associação Brasileira do Agronegócio), Anda (Associação Nacional para Difusão de Adubos), Faesp (Federação da Agricultura e da Pecuária do Estado de São Paulo) e SRB (Sociedade Rural Brasileira).

Por Marcelo Toledo/Folhapress

PF deflagra operação para combater contrabando e descaminho em Angra dos Reis/RJ

Foram apreendidos diversos itens, entre eles smartphones, tablets, smartwatches, antenas de internet e mais de mil cigarros eletrônicos.
Foto: Divulgação/Polícia Federal
Angra dos Reis/RJ. Nesta sexta-feira (30/4), a Polícia Federal deflagrou a Operação Smartphone 334 com o objetivo de combater o contrabando e descaminho de aparelhos eletrônicos, além do comércio ilegal de cigarros eletrônicos, em Angra dos Reis/RJ.

Na ação de hoje, policiais federais cumprem três mandados de busca e apreensão, situados na cidade de Angra dos Reis/RJ. Foram apreendidos diversos itens, entre eles smartphones, tablets, smartwatches, antenas de internet e mais de mil cigarros eletrônicos.

As apurações indicaram que o proprietário de uma loja de produtos eletrônicos do município realizava o comércio de produtos oriundos de descaminho, por meio de perfil em uma rede social e também de sua loja física.

O empresário em questão realizava a aquisição dos produtos no estrangeiro e os trazia ao Brasil sem declaração de importação e sem o devido recolhimento dos impostos, ou então os adquiria na cidade de São Paulo de revendedores de produtos descaminhados.

Os investigados poderão responder judicialmente pelos crimes de contrabando, descaminho e falsidade ideológica

Comunicação Social da Polícia Federal no Rio de Janeiro

PF apreende passaportes venezuelanos falsos e investiga esquema de migração ilegal

Foto: Divulgação/Polícia Federal
Manaus/AM. A Polícia Federal, nessa quinta-feira (30/4), em apuração de crime de falsificação de passaportes estrangeiros e promoção de migração ilegal realizou a apreensão de dois passaportes venezuelanos supostamente falsos que seriam entregues por empresa de logística aos destinatários em solo brasileiro.

Os envolvidos identificados na ação policial prestaram esclarecimentos e as investigações continuam para elucidar a dinâmica criminosa.
Comunicação Social da Polícia Federal no Amazonas

PF e PM/PR apreendem cerca de 75 mil maços de cigarros

                Depósito clandestino foi localizado após monitoramento de travessia pelo Rio Paraná
Foto: Comunicação Social da Polícia Federal em Foz do Iguaçu
Foz do Iguaçu/PR. Na madrugada de quinta-feira (30/5), equipes da Polícia Federal e da Polícia Militar, em ação conjunta de combate aos crimes transfronteiriços, apreenderam aproximadamente 75 mil maços de cigarros de origem paraguaia em um depósito clandestino em Foz do Iguaçu.

Durante patrulhamento em área próxima ao Rio Paraná, os policiais observaram a movimentação de embarcações provenientes do Paraguai, que realizavam o descarregamento de volumes na margem brasileira. As cargas eram transportadas por trilhas em meio à mata até um conjunto de residências situado nas proximidades de um cemitério, na região central da cidade.

Diante da suspeita, as equipes deslocaram-se até o local e, após buscas, localizaram uma edificação utilizada como depósito clandestino, onde estavam armazenadas cerca de 150 caixas de cigarros.

Os indivíduos responsáveis pelo local fugiram em direção à mata ao perceberem a aproximação policial, não sendo localizados.
Todo o material apreendido foi encaminhado à Receita Federal do Brasil para a adoção dos procedimentos legais cabíveis.

Comunicação Social da Polícia Federal em Foz do Iguaçu

Salvador sediará encontro nacional de combate ao crime organizado

A recuperação de ativos por meio da asfixia financeira de grupos criminosos também será pauta das palestras e debates.
Crédito: Divulgação: Ascom-PCBA
De forma inédita, a capital baiana será palco de um dos mais relevantes encontros nacionais voltados ao fortalecimento da segurança pública, que acontecerá entre os dias 12 e 15 de maio, na Universidade SENAI CIMATEC, localizada na Avenida Orlando Gomes, no bairro de Piatã, em Salvador.

A iniciativa, promovida pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), em parceria com a Polícia Civil, o Tribunal de Justiça e o Ministério Público do Estado da Bahia, tem o objetivo de aprimorar estratégias de enfrentamento ao crime organizado no país.

O evento marca a integração entre duas importantes iniciativas nacionais: a Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas (Renorcrim) e a Rede Nacional de Recuperação de Ativos (Recupera). A proposta é fortalecer ações conjuntas com foco na descapitalização de organizações criminosas, por meio da asfixia financeira e do aperfeiçoamento das investigações.
Durante o encontro, serão debatidos temas estratégicos, como técnicas avançadas de investigação criminal, inteligência financeira aplicada ao combate à criminalidade econômica, aperfeiçoamento dos instrumentos jurídicos na persecução penal e fortalecimento da cooperação entre instituições de diferentes esferas.

Nos quatro dias de evento, estarão reunidos especialistas do Ministério da Justiça e Segurança Pública, das Polícias Civis, da Polícia Federal, dos Ministérios Públicos e do Poder Judiciário, com o objetivo de aprimorar estratégias de enfrentamento ao crime organizado no país. O secretário nacional de Segurança Pública, Francisco Lucas, ressaltou a importância da atuação integrada. “A integração institucional é a ferramenta mais poderosa que temos para desarticular o crime organizado e garantir que os ativos ilícitos retornem ao Estado”, afirmou.

O delegado-geral André Viana destacou a contribuição do encontro nacional para a proteção da população da Bahia e reforçou a integração entre as instituições na defesa da sociedade. Também ressaltou os avanços do estado no enfrentamento às organizações criminosas.

“O Estado da Bahia tem apresentado avanços relevantes no enfrentamento ao crime organizado, especialmente a partir do fortalecimento das investigações qualificadas e da incorporação da dimensão patrimonial nas apurações. Os dados institucionais evidenciam a ampliação das operações policiais estruturadas, o incremento nas apreensões de bens e valores ilícitos e o avanço na adoção de medidas voltadas à descapitalização das organizações criminosas. A escolha da Bahia como sede, nesse contexto, não apenas reconhece os resultados já alcançados, mas também reafirma a confiança na capacidade do Estado de liderar, articular e impulsionar iniciativas estruturantes no âmbito nacional”, avaliou.

Integração e fortalecimento institucional
Crédito: Divulgação: Ascom-PCBA
A Renorcrim, coordenada pela Senasp por meio da Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência (Diopi), atua na promoção da cooperação entre unidades especializadas das polícias judiciárias em todo o país, incentivando o compartilhamento de informações, a capacitação contínua e a realização de operações integradas.

Já a Rede Recupera consolida a articulação institucional para identificação, apreensão, administração e destinação de ativos relacionados a práticas criminosas. A recuperação de ativos é considerada uma das estratégias mais eficazes no combate ao crime organizado, ao enfraquecer financeiramente essas estruturas e permitir a reversão de recursos ilícitos em benefício da sociedade.
Fonte: Tony Silva / Ascom-PCBA

30 abril, 2026

PF e PM/PR prendem dois suspeitos por tráfico de drogas

Foto: Divulgação/da Polícia Federal em Foz do Iguaçu
Foz do Iguaçu/PR. Nessa terça-feira (28/4), a Polícia Federal e a Polícia Militar do Paraná realizaram a apreensão de, aproximadamente, 205 kg do entorpecente, em Foz do Iguaçu, durante abordagem ação de fiscalização.

Durante patrulhamento e monitoramento, os policiais avistaram uma embarcação proveniente do Paraguai aproximando-se da margem brasileira. Volumes foram descarregados e transportados por indivíduos em trilha de mata até um veículo que aguardava no local. Na abordagem, foram encontrados fardos de maconha prensada e do tipo capulho, totalizando cerca de 205 kg do entorpecente.

Os suspeitos foram presos em flagrante. Eles foram conduzidos, juntamente com a droga e com o veículo, à Delegacia da Polícia Federal em Foz do Iguaçu, para os procedimentos legais cabíveis.

Comunicação Social da Polícia Federal em Foz do Iguaçu

PF faz operação contra contrabando de cigarros no Rio Grande do Sul

Imagem: ilustração

Passo Fundo/RS. A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (30/4), a operação No Smoke, com o objetivo de investigar um esquema de contrabando de cigarros estrangeiros na região Norte do Rio Grande do Sul.

A operação contou com três mandados de busca e apreensão no município gaúcho de Ibirubá. O inquérito teve início a partir da apreensão de cerca de 24 mil maços de cigarros estrangeiros transportados em veículo com sinais identificadores adulterados e registro de furto/roubo.

A partir das diligências realizadas, foram reunidos elementos indicativos da existência de uma estrutura voltada ao transporte, ao armazenamento e à distribuição de mercadorias contrabandeadas, com possível utilização de veículos registrados em nome de terceiros e imóveis destinados à ocultação dos produtos ilícitos.

Comunicação Social da Polícia Federal em Passo Fundo

PF e PM/PR localizam mais de 161 kg de entorpecente

Foto: Divulgação/da Polícia Federal em Foz do Iguaçu
Foz do Iguaçu/PR. Nessa terça-feira (28/4), a Polícia Federal e a Polícia Militar do Paraná, em ação conjunta de combate aos crimes transfronteiriços, interceptaram um veículo carregado com entorpecentes na região central de Foz do Iguaçu.

Durante patrulhamento e monitoramento, os policiais avistaram uma embarcação proveniente do Paraguai se aproximando da margem brasileira, nas proximidades da área central da cidade. No local, volumes foram rapidamente descarregados e transportados por trilha em meio à mata até um veículo que aguardava em via próxima.

A droga e o automóvel foram apreendidos e encaminhados à Delegacia da Polícia Federal em Foz do Iguaçu, para os procedimentos legais cabíveis.

Comunicação Social da Polícia Federal em Foz do Iguaçu


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